
A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, divulgou na quinta-feira (22) de março, o resultado anual de 2011. No período foram investidos R$ 785 milhões no Superporto do Açu, maior investimento em infraestrutura portuária das Américas, em construção pela companhia em São João da Barra (RJ). Entre 2007 e dezembro de 2011 foram investidos R$ 2,426 bilhões no empreendimento.
O montante foi aplicado principalmente na dragagem do canal onshore (TX2), construção dos blocos de concretos que serão utilizadas para construção do quebra-mar, implantação da linha de transmissão e aquisição de terrenos.
No mesmo período também foi realizada a montagem da correia transportadora, empilhadeira e recuperadora que serão utilizadas para movimentação de minério de ferro no terminal offshore (TX1). No período também foram registrados importantes marcos para o desenvolvimento do Superporto do Açu, como a obtenção de Licença Prévia e de Instalação para o canal onshore e a autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para construção da Unidade de Tancagem e Tratamento de Petróleo (UTP) no empreendimento.
“O ano de 2011 foi repleto de eventos de grande relevância para o desenvolvimento do Superporto do Açu. A obtenção de licenças que permitiram o início das obras do terminal onshore TX2, resultou em um extraordinário avanço na área comercial, com a assinatura de contratos de aluguel de área com empresas de apoio a indústria offshore de petróleo e gás. A celebração desses contratos e a localização privilegiada do Superporto - em frente à Bacia de Campos e próximo às Bacias de Santos e Espírito Santo, reafirmam sua vocação para o negócio de petróleo e gás”, destacou Otávio Lazcano, diretor-presidente da LLX.
Destaques - Em 2011 também foi registrada a assinatura de memorando de entendimentos com a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) para desenvolvimento de estudos técnicos de viabilidade para a recapacitação de ferrovia que ligará o Superporto do Açu à região de Ambaí, em Nova Iguaçu (RJ). Concluídos no final de 2011, os estudos verificaram a viabilidade para integração do empreendimento com a malha ferroviária nacional, beneficiando todas as empresas localizadas na região Sudeste, que concentra 75% do PIB brasileiro.
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